He’s back, Jim…

Bom.  Ele voltou. 🙂

O problema? Aparentemente o problema estava no meu CD de instalação do Windows, pois o técnico conseguiu reinstalar o sistema operacional. Na verdade, ele formatou o HD e instalou, que era o que eu estava tentando fazer e não conseguia.

Ele parece bem, está funcionando normal, reinstalei o básico logo que ele chegou e vou instalando o restante conforme precisar.

De certa forma foi bom. Meus e-mails estavam tão confusos que eu não sabia mais nada. Agora zerou tudo.

Perdi algumas coisas que por pura incompetência eu deixei no HD errado (tenho outro HD onde guardo todas as coisas, exatamente pra evitar perdê-las no caso de pau no HD principal).

Seguimos em frente, observando o comportamento da criança.

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Colinha pra eleição – Parte 2

Obrigada a todos que comentaram sobre a colinha pras eleições. 🙂
Já que estamos na semana da mesma, vamos repetir o post para ficar mais fácil pra quem quiser usar.

Cola para votar

Clique com o botão direito sobre a imagem e salve em seu computador. Imprima e preencha a mão mesmo.
Se você tem um pouco mais de habilidade com editores de imagem, preencha no computador e imprima depois. 🙂

E não posso deixar de mencionar as dicas deixadas nos comentários do post original pois existem outros locais onde você pode fazer sua colinha. O Fernando falou do Cola Voto e a Josinha mencionou que o TRE do Rio Grande do Norte também trazem um esqueminha.

Eu não testei nenhum deles, porque já tenho a minha. 😀
Mas temos opções, não precisamos ficar dependendo dos candidatos e seus ‘santinhos’ já preenchidos. 🙂

Não importa em quem você vai votar. E tá, é ridículo que somos ‘obrigados’ a exercer um ‘direito’ (afinal, se é ‘direito’, não deveria ser obrigação… enfim). Então, vamos fazer consciente, certo?

“He’s dead, Jim.”

Tudo começou ontem de tarde.
Fui buscar a Laura na escola, dei uma olhadela e ele estava bem. Ativo e brilhante como sempre.
Almoçamos, fiquei brincando com ela na sala. Então, resolvi passar um tempo com ele também.

A primeira coisa diferente foi o contato. Não havia contato. E a perda do contato demandava uma observação mais detalhada. Foi o que fiz. Examinei cuidadosamente toda sua aparência e seu estado físico. Melhor começar de novo.

E então, tudo estava perdido.

Ele entrou num looping desesperado, recomeçando e recomeçando. O guincho contínuo foi apavorante. Melhor puxar todo o equipamento vital da tomada.

Silêncio.

Eu fiquei estressada. Ele também deve ter ficado. Melhor deixar ele descansar, depois tentar de novo.

De noite, novas tentativas, frustradas. Ficou petrificado, congelado no Modo de Segurança!!!! Se recusou a formatar a partição! Travou na instalação do sistema operacional.

Pânico! Pânico!!! Perigo dr. Smith… Não tem registro… Não tem registro….

“Melhor falar com alguém que entende mais do que você…”, recomendou a melhor amiga.
O especialista não era exatamente especialista no caso dele. Mas ajudou como pôde. Até meia-noite batalharmos arduamente para recuperar toda a estabilidade. Sem sucesso.

Fui dormir exausta e desanimada. Um novo dia poderia trazer melhores oportunidades.

Mas só depois do café. Nada é mais importante que o café, já dizia a Capitã Kathryn Janeway. Sábia essa mulher (aviso: piadinhas sobre mulheres ao volante perdendo naves em quadrantes não serão aprovados).

Após o café, revigorados, reiniciamos a batalha para recuperar meu querido companheiro.

“Droga, Jim, não sou técnica de hardware, sou tradutora!”

Erro de IRQ_NOT_EQUAL……… bla, bla, bla whiskas sachê. Bendito seja o google entre os mecanismos de busca da Internet!

Novas tentativas, aceitou formatar, mas agora apita MEMORY_FAIL.

“He’s dead, Jim.”

Lá foi meu pc para a assistência técnica. *suspiro*

Eleições… outro site de colinha

Então. 🙂

Além da ‘colinha’ que eu fiz e postei AQUI, você pode ir no site http://www.colavoto.com.br.

A dica foi do Fernanndo que deixou um comentário no post. 🙂

Pão de queijo e gelo

O barulho começou fraco. Ela olhou discretamente pela janela enquanto teclava no computador com um amigo.

O telhado de fibra de vidro reverberava feito milho se transformando em pipoca e o céu escuro era amedrontador.

Os cães deveriam estar apavorados, mas ela não queria deixá-los entrar em casa. Ainda havia a criança de 2 anos e ela não se entende bem com os cães.

Subiu pela escada dos fundos e chegou na lavanderia, os cães vieram apavorados ao seu encontro e ela ajoelhou no chão, abraçando-os. O ruído agora era ensurdecedor, o granizo aumentara de tamanho, a chuva se intensificava e ela se perguntou se aquele telhado aguentaria aquelas pedradas todas.

Os cães estavam molhados, tremiam de medo… ou de frio, não havia como saber. Ali ajoelhada e abraçada a eles, ela observava as pedras que rebatiam nas paredes e entravam na parte coberta onde eles estavam. Eram muito maiores do que uma pipoca estourada.

Os cães agora iam e voltavam mais nervosos e aflitos. Ela os chamava, sua voz se perdia no ribombar do granizo nas telhas de fibra de vidro, mas os cães voltavam.

A menina! A menina sozinha na sala assistindo tv. Os cães precisariam esperar um pouco.

Ela desceu correndo e encontrou a menina na sala… Criança cheia de vida, sorriu e voltou a olhar a tv, assistindo seu programa favorito. No pratinho ao lado, alguns pequenos pães de queijo que compunham seu lanchinho da tarde.

Uma explosão e faíscas iluminam a janela da sala. Alguma fiação no poste da rua estourara e o estrondo fora grande.

A criança, nesse momento, rolou em seu colchão na sala e pegou mais um pão de queijo.

A luz pisca e oscila, mas não apaga. Os personagens coloridos correm na tv diante dos olhos dela.

A porta do quarto é aberta e os cães descem apavorados… A chuva começa a recuar.

A criança olha para sua almofadinha no chão, pisoteada pelo cão e faz careta. Pega e a coloca no colchão, senta de novo e volta a assistir a tv. A chuva para, os cães retornam para o andar superior.

O resultado é, montinhos de pedras de gelo nos cantos da varanda.. Dois cães ensopados… O vizinho da frente provavelmente sem luz…

A criança?

Comendo pão de queijo e assistindo tv, oras. Nada é mais importante do que seu programa favorito… 🙂

Droga, Jim. Eu sou humano e não vulcano!

Esta semana foi mais tranquila do que as anteriores, embora meus picos de ansiedade tenham oscilado mais.

Muitas coisas ‘rolando’ em segundo plano, idéias para serem concretizadas, planos para o futuro muito distante, planos para o futuro próximo… E no final eu queria que tudo se resolvesse pra ontem… Óbvio.

Nessas horas eu preferia não ter sentimentos ou poder desligá-los. Pra ajudar a manter o foco nas coisas que eu preciso fazer em vez de ficar brigando comigo pra ‘pousar’ e prestar atenção no que tenho que fazer.

É óbvio que o mais divertido é ficar pandilhando por aí, gastando horas na Internet e lendo meus e-mails.

Mas o trabalho, além de engrandecer ‘o homem’, põe dinheiro na conta pra pagar mais contas… E eventualmente, agraciarmos a nós mesmos com algum mimo, afinal, trabalhamos também para isso.

Tem dias que acho maravilhoso sentir e sentir intensamente, que é o meu caso. Eu sou daquelas pessoas que sente tudo MUITO intensamente. É excelente para coisas alegres e boas. Péssimo para coisas tristes e ruins. Ainda bem que faço terapia e posso jogar as frustrações nas mãos de alguém que depois me devolve pra eu mesma resolver.

Aliás, é isso que envolve a terapia. Você vai lá, conversa com alguém que ouve você, eventualmente faz perguntas para entender a forma como você pensa e te devolve o que você disse de uma maneira que você possa entender e ver coisas que não tinha visto antes, podendo assim resolver a questão. Mas essencialmente, tudo depende da gente mesmo. O psicologo, terapeuta, não importa, não vai resolver as coisas pra mim. Essa pessoa é uma facilitadora para que eu tente me entender e resolver meus problemas. E às vezes, até dizer pra mim coisas que eu já sei mas preciso ouvir dos outros.

Nós humanos somos realmente engraçados nesse sentido. Sabemos as coisas e o que temos que fazer, mas precisamos ouvir dos outros às vezes.

Às vezes eu preferia ficar dentro da minha concha… Não, não sou uma pérola (numa linguagem bem popular, pérola é cocô da concha… *risos*), na verdade é parte da insegurança que eu sinto e me faz querer isso.

Ainda bem que de uns bons tempos para cá, tenho vencido essa vontade e encarado o que preciso.
Mas nem sempre é fácil. Aliás, nem sempre não. NÃO é fácil.

Lidar com expectativas, sejam elas as minhas (e que são as mais exigentes, eu mereço!) ou dos demais gera mais sentimentos, mais idéias e mais minhocas. Preferia menos minhocas.

Chega, hora de trabalhar.

Resumo da semana…

Esta semana se desenrolou mais tranquila. Confesso que consegui assumir efetivamente o controle de algumas coisas que andavam soltas e isso me deixou mais calma.

FERIADO
A viagem no feriado foi ótima, com direito a festa surpresa de aniversário (e daí que foi um mês depois, foi fofo do mesmo jeito), com supresa para um aniversariante (“Captain on the bridge!”), disciplina e muuuuitos cochilos gostosos durante a tarde. O ar seco não ajudava muito mas, como em todo 07 de setembro, choveu, a umidade do ar melhorou e todos puderam enfim respirar aliviados, literalmente.

E-MAILS ACUMULADOS
Ah, não li todos não. E só pude dar uma boa olhada ontem, mas mesmo assim, selecionei por assunto e marquei todos como lidos. Não dá pra fazer tudo ao mesmo tempo e nem acompanhar tudo como gostaria. Então, melhor fazer o que dá e procurar desencanar do que não pode ser feito. Incrível como a segunda é bem mais difícil do que a primeira.

NÃO DÁ PRA ABRAÇAR O MUNDO…
Eu sou eu e os outros, são os outros. Esta afirmativa que parece óbvia e ululante é também difícil de trabalhar às vezes. Para mim, algumas coisas são óbvias e inerentes diante de responsabilidades que eu assumo.
Seria tão bom se todos pudessem ser organizados dessa maneira…
Melhorei muito. Antes eu saia ‘abraçando’ tudo que não estava do jeito que eu queria, independente de eu poder ou não arcar com isso. Agora eu consigo respirar e separar o que realmente eu posso fazer em casos específicos.
Mas se tem algo que eu detesto é cliente que não dá instruções adequadas e depois, fica devolvendo trabalho pra corrigir coisas que poderiam ter sido feitas daquela maneira no processo de tradução. Isso é irritante!

CASA DE FERREIRO, ESPETO DE PAU…
Precisamos ficar atentos ao que temos ao nosso redor e bem debaixo dos nossos focinhos. Temos verdadeiras preciosidades dentro de nossas próprias casas e às vezes, acabamos banalizando pra não enxergar nossos próprios erros. É mais fácil jogar a culpa nos outros do que olhar nosso reflexo e vermos o que erramos. Aí, depois que perdemos é que vem a valorização.
Não, não é lá em casa, tudo vai muito bem, obrigada.
São algumas coisas que andei vendo ‘por aí’ e me deixam perplexa e até revoltada às vezes.

E FALANDO EM LÁ EM CASA…
Se tem algo que ninguém vai ler aqui são indiretas pra terceiros quem quer que sejam. PRINCIPALMENTE para os dois anjos maravilhosos com quem resido. Não mando recadinhos através do meu blog, acho isso patético e covarde. Eu falo a quem tenho que falar, cedo ou tarde. Quem já passou por isso sabe que é verdade.
Quem não passou, pode ser que sua vez esteja chegando… <risada maléfica>

MEU COMPORTAMENTO ESPELHA A SUA LIDERANÇA
Este trechinho é dedicado a todos aqueles que de alguma maneira, tem a responsabilidade de estarem diante de um grupo e o fazem com maestria. São pessoas que me inspiram a seguir em frente, seguir seu exemplo e fazem com que eu possa dar de mim o melhor a elas e ao(s) grupo(s) em que participo.
Todos tem seus defeitos e qualidades, pois somos humanos.
Mas eu pego as qualidades e uso de modelo. Obrigada a vocês por colaborarem cada um a sua maneira.

Chega, hora de trabalhar.

Tchau semana passada!

A semana passada foi um verdadeiro terror.
Boa parte foi consequência de atitudes (ou falta delas). Mas foi um horror.

Eu não via a hora do feriado chegar, para poder descansar um pouco. Mesmo tendo trabalho com prazo de entrega para o meio dele, viajar e poder sair de SP um pouco sempre me revigora. Recarrego as baterias e volto renovada.

Algo interessante que aconteceu na semana passada foi ver ‘cavalinhos’ na avenida Cruzeiro do Sul.

Cavalos na av. Cruzeiro do Sul

É, cavalinhos mesmo, com policiais em cima usando aquele capacete dourado com crina de cavalo em cima. Acho muito bonito. Acredito que estavam treinando para o desfile de ontem. É algo muito bonito de se ver, os cavalos caminhando ou trotando. E tinha cavalo pra caramba, atééééé perder de vista! 😀

Fileira de cavalos... Eram tantos!

Foto do celular é ruim mesmo, eles estão no lado esquerdo da foto! 🙂

Depois disso, de noite, a Laura passou mal. Nossa, foi um susto enorme.
Eu merecia um descanso.

Ele veio no feriado, após eu encerrar o trabalho. Dormi bastante e procurei desencanar dos problemas.

Agora, vamos nessa que temos muito o que fazer! 🙂

Uma História Corinthiana – André Kfouri

Enviado pra mim por e-mail. Mas a foi retirado DAQUI.

“O menino de 6 anos chegou em casa e perguntou:
 
 – Pai, para que time eu torço?
  
O pai imediatamente detectou o problema. Não ligava muito para futebol, nunca tinha conversado com o filho sobre o assunto. Percebeu que o menino tinha chegado a uma idade em que é obrigatório ser torcedor. Decidiu que se esforçaria para reparar o erro.
 
 Prometeu ao filho que o levaria a jogos de todos os clubes grandes de São Paulo, para que o garoto tivesse todas as oportunidades para escolher seu time do coração. Fez a devida lição de casa. Aprendeu os fatos, os nomes, os momentos e lugares importantes na História de cada clube.
  
A primeira visita foi ao Morumbi, numa tarde de jogo do São Paulo. Chegaram cedo, passaram no Memorial, viram os troféus da Copa Libertadores, da Copa Intercontinental.
 
 – Filho, o São Paulo é o mais bem sucedido clube brasileiro no cenário internacional. Ganhou a Libertadores 3 vezes, foi a Tóquio duas vezes para conquistar a Copa Intercontinental, também tem um Mundial de Clubes da Fifa. Além disso, foi o primeiro clube da cidade a ter o seu Centro de Treinamento. E claro, é o dono desse estádio, o Morumbi, o maior de São Paulo.
 
 O jogo foi ótimo, o São Paulo venceu, o menino ficou impressionado com o tamanho do Morumbi.
 
 – E aí, quer comprar uma camisa? – perguntou o pai. 
 
 – Ainda faltam três times, né? Prefiro esperar.
 
 A segunda visita foi ao Palestra Itália. Passearam pela sede do clube.
Viram os bustos de Ademir da Guia, de Junqueira, de Waldemar Fiúme. Também conheceram a sala de troféus. Sentaram-se nas numeradas do estádio do Palmeiras.
  
– Filho, esse time é diferente dos outros, por causa da conexão com a origem dos torcedores. O Palmeiras tem uma ligação sanguínea com a Itália, se chamava Palestra Itália. Claro, ninguém precisa ser italiano para torcer pelo Palmeiras, mas é bonito ver essa relação familiar com o time. Os palmeirenses são apaixonados por essa camisa. Grandes craques passaram por aqui ao longo dos tempos. Tanto que o time tem o apelido de “Academia”. – contou o pai.
 
 O Palmeiras ganhou, o menino vibrou. Gostou do ambiente no Palestra, da proximidade do gramado.
  
– Vamos comprar a camisa? – o pai perguntou.
 
 – Mas ainda faltam dois times…
 
 Próxima parada, Vila Belmiro. No carro, indo para Santos, o pai começou a falar sobre as glórias do time.
  
– Meu filho, esse time que você vai conhecer hoje é um patrimônio do futebol. É o time em que jogou o Pelé, o maior jogador da História. Teve o melhor time de todos os tempos, no começo da década de 60, quando não havia
adversário neste planeta que pudesse vencê-lo. Você vai ver a quantidade de taças que eles têm.
 
 Visitaram o Memorial das Conquistas e sua impressionante coleção de troféus. As fotos do timaço que conqusitou o mundo duas vezes, do Rei Pelé e de tantos e tantos jogadores lendários.
 
 O Santos ganhou o jogo, o menino ficou empolgado. Na Vila, dá para ficar ainda mais perto do campo.
 
 Na saída, a mesma pergunta.
 
 – Vamos comprar a camisa?
  
– Calma pai, ainda tem um jogo para a gente ir, não tem?
 
 E foram ao Pacaembu, num domingo à tarde. Não conseguiram sair cedo de casa, estavam um pouco atrasados. O pai foi falando sobre o Corinthians no carro.
 
 – Filho, estamos indo ao Pacaembu, mas o Pacaembu não é o estádio do Corinthians. É da prefeitura, porque o Corinthians não possui um estádio próprio. Mas a torcida se sente muito bem lá. Outra coisa: o Corinthians é o único time de São Paulo que ainda não ganhou a Copa Libertadores. Mas tem um detalhe interessante: é a maior torcida de São Paulo, e a segunda maior do Brasil. É uma torcida tão apaixonada que é chamada de “Fiel”.
 
 Por causa do atraso, pai e filho entraram no Pacaembu pelo portão principal, quase na hora em que o Corinthians subiu ao gramado. Sentaram-se nas numeradas, e logo tiveram de se levantar, porque o time foi para o campo.
 
 De repente, o pai percebeu algo assustador. Seu filho estava chorando.
 
 – O que aconteceu, meu filho?
 
 – Não sei, pai.
 
 – Por que você está chorando?
 
 – Não sei…
 
 – Quer ir embora?
  
– Não, quero ficar.
  
O jogo estava para começar quando o menino pegou o braço do pai.
  
– Pai, quero uma camisa.
  
– Como assim?
  
– Escolhi, pai.
 
 – Mas o jogo ainda nem começou…
  
– Não importa.
  ______
 
Homenagem do blog aos 100 anos de um sentimento.
Parabéns ao Corinthians e aos corintianos.

André Kfouri”

Obrigada André Kfouri pela homenagem. Eu não tinha a idade do menino, mas eu me senti exatamente como ele a primeira vez que pude ver o Timão ao vivo e a cores e lendo o texto senti toda aquela emoção voltando. Coisas que só Corinthianos vão entender.

Cola Eleições 2010

Depois de vascular a Internet e cair nos sites específicos de candidatos, me enchi e fiz meu próprio modelo de ‘colinha’ pro dia da eleição.

Todos já vem praticamente preenchidos. Pô. E o meu direito de preencher como eu bem entendo, fica onde?

Aqui está:

Colinha pra votar

Em branco, bonitinha, pra cada um imprimir e escrever o que acha que deve, votar em quem quiser. 🙂

Clique com o botão direito na imagem, salve em seu computador e imprima. 🙂

Use e abuse, divulgue, cole no seu blog. Já que o voto é uma obrigação, pelo menos o direito de preencher a colinha do jeito que a gente quer, a gente merece né?

Ah sim. Pra quem quer tudo pronto na hora de imprimir, basta ir no site do TSE e clicar em GERADOR DE COLA.

Abre uma janela, você preenche com os números dos candidatos nos quais vai votar e imprime.

Simples assim. 🙂

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