Lá e de volta… outra vez?

Eu falo toda vez que vou voltar a escrever. E olha só.
Vou fazendo as outras coisas e “vir” até aqui pra escrever acaba dando trabalho.

Viver instável como uma montanha russa não ajuda muito. Saber que seu cérebro não fabrica direito algumas enzimas que dificultam esse processo de equilibrio, é um passo racional interessante. Mas psicologicamente dá mais raiva.

Minha vida sofreu um terremoto mais forte do que o do Haiti no final do ano passado. E os tremores subsequentes continuam vindo. Em menor intensidade. Algumas feridas abrem. Outras ainda não cicatrizaram.

Lições? MUITAS, ah, podem apostar.
Me tornei mais agressiva e isso está sendo um probleminha com o qual estou tendo que lidar.
Não é fácil. Mas quem disse que a vida era fácil?

Assisti AVATAR.
Soco no estômago, tapa na cara é pouco.
Incrível a capacidade que alguns filmes têm de me mostrar erros na minha própria vida.
Ah é. Eu no cinema, não é? Quem me conhece sabe como é raro. Mas estou trabalhando isso também.
Estou procurando ir ao cinema quando tenho vontade. Não é dificil achar pessoas interessadas, muitos amigos curtem e eu moro com alguém que adora. Mas esse filme foi algo curioso. NADA das sinopses me preparou para o que eu vi ali. E não falo de efeitos 3D, que são excepcionais.
Eu falo de história. É, a mesma história que tem um “roteiro batido”, “previsível”.
Como eu sempre digo e o filme diz também… Você vê o que quer. Você pode prestar atenção nos músculos do ator o filme todo. Ou ver a gota que escorreu por uma folha atrás dele no momento em que ele saiu da água. Você pode pensar no que ele disse ou no que fez. Ou simplesmente lembrar da paisagem ao redor.

É tudo tão simples. Cada um vê o que quer.
E como dizem no filme: “Eu vejo você.”

Nunca vi um filme com tanta lição de xamanismo e druidismo! Foi uma aula pra quem quisesse aprender, entender, SENTIR. O filme fala de sentir. Bom, eu senti muita emoção, tem gente que teve tédio e sentiu sono e outros, tontura por causa do efeito 3D.

Acho que fiquei tão embasbacada com o efeito e depois, conforme a história foi se desenrolando…
A arte imitando a vida, sentimentos fictícios que reverberam na vida real.

É, cada um sente e enxerga o que pode, o que quer… E o que está preparado.
E ninguém é melhor que ninguém por isso.

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