Mentiras… meias-verdades… lembrar e esquecer

Um dia, alguém (meus pais, acho), me disseram que não devíamos mentir. Mentir é feio.
Mas a gente cresce. Aprende que mentir e omitir são coisas diferentes. Ou então, que explicar algo pela metade, não é mentira. Aprendemos que você pode até dizer “algo diferente do real”, pra não magoar a pessoa.
Mas se vai ser dito algo que pode magoar… Não é melhor pensar e não dizer nada?
Se é necessário… Porque não sentar e conversar francamente?
Claro que, existem vezes em que já houve tantas conversas que há um momento em que nada mais pode ser feito.
O quanto realmente devemos lembrar das coisas? O que realmente importa?
Quais das suas memórias realmente são úteis e lhe trazem coisas boas…?
Os erros serviram de lição ou se tornaram fantasmas assombrando a consciência?
Cada vez mais eu acabo achando que, o melhor a fazer é fazer sua parte e observar o resto. Não adianta esperar que os outros ajam com você do mesmo modo que você age com eles.
É preciso muita paciência pra entender os outros. Sinceramente.

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