Mais um dia…

Parece repetitivo. Mas voltar à premissa do “Um dia de cada vez”, faz mais sentido quando tudo parece mais bagunçado que o quartinho do fundo da casa da mamãe, onde você já entulhou tanta coisa que nem sabe mais o que tem ali.

Engraçado que, dá desespero quando é tanta coisa que parece que não há meios de começar uma organização. Depois de começado, seja lá por onde for, parece que os nós vão se desfazendo e tudo fica mais lógico.

Ainda tem coisas escondidas debaixo do tapete. Mas é um dia de cada vez.
A hora de levantar o tapete vai chegar.

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Tirando o pó (*cof*, *cof* aaatchim)

Essas pessoas que abandonam as coisas até empoeirar.
Que falta de cuidado, não?

Estou de volta… Ou pelo menos, quero que assim seja. O exercício de escrever é bom pra mente, pro espírito. Ajuda a organizar idéias e com isso, arrumar a bagunça que às vezes, crio dentro da minha cacholinha.

Na verdade, a intenção é iniciar muita coisa. Limpar o que não serve mais, pra abrir espaço pro novo (Alban Arthan, solstício de inverno, passou neste final de semana).

Mas fazer faxina dá um trabalhão. Mudar não é fácil, principalmente quando demanda grandes transformações. Querer é poder fazer, mas tem que querer muito pra não desistir no meio do caminho. Ou achar que o meio do caminho é o final dele, sentar e esperar…

E tudo sempre, sempre se resume a uma pergunta, uma vez apresentada numa sala de um grupo de estudos na antiga Hera Mágica… “Com que objetivo…?”

Objetivo é a força que impulsiona nossa batalha diária. E também sonhos. Sonhos podem ou não se tornarem objetivo.

O difícil é encontrar o caminho de novo, ao pegar uma trilha errada… Sabe, não devia ter virado a esquerda no último cruzamento. É como se fazer o caminho de volta, não fosse uma opção.

Se esconder debaixo da cama, também não.

Faça ou não faça. Tentativa não há.
Já dizia o mestre Yoda.

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