Borderline, tatoos, quitutes juninos

Ontem assisti um documentário na TV a cabo sobre o massacre da família real nepalesa, ocorrido em 2001. Fiquei chocada. O príncipe Dipendra matou 8 membros da família, numa reunião familiar que ocorria a cada 15 dias. Havia 22 convidados, sendo que a maioria eram parentes diretos do príncipe. O cara fez tudo isso porque queria se casar com uma moça que a família real não considerava adequada. Ficou de saco cheio de tudo e deu cabo da família.

Ok, simplifiquei uma série de fatos. Quem quiser saber mais, procura no google por Dipendra, massacre nepal ou algo assim que acha o noticiário.

Eu fui deitar pensando nisso. O tipo de pressão que afeta uma pessoa a ponto dela matar seus pais, irmãos e tios a sangue frio. Impossível não lembrar da Princesa Diana que acabou morrendo no acidente e tals. Ela já vivia deprimida antes do casamento terminar, enfim… O Príncipe também tomava anti depressivos (além de ter fumado haxixe e bebido pra cacete antes de decidir matar todo mundo).

Não dá pra dizer que o príncipe foi influenciado por jogos de computador ou RPG. O cara tinha 29 anos. Ah é, esqueci de mencionar, ele deu um tiro na cabeça depois de tudo. Não morreu na hora, chegou a ser coroado rei (já que o pai morreu) mas, estava internado devido aos ferimentos e foi rei por dois dias.

É incrível como pessoas naturalmente desequilibradas tomam determinadas decisões fora do padrão de normalidade e acabam machucando outras pessoas. Na verdade, o assustador é saber que a grande maioria das pessoas vive no que os psiquiatras chamam de “borderline”, a fronteira entre a normalidade e a insanidade. Não me recordo a porcentagem mas é grande. Mais de 90% da população mundial.

É, o cara do seu lado no escritório pode ser um assassino em potencial e você nem imagina. (olha bem pra ele que você pode perceber algo! *rs*)

Vivemos num mundo onde o stress deixou de ser frescura e a depressão é estudada mais a fundo, é considerada uma doença. Não é uma doença grave mas é um mal e tem cura.

Embora alguns mais velhos ainda não conseguem compreender isso direito (parte da minha família, por exemplo). No tempo deles, não havia tudo o que existe hoje, toda correria desse modo, toda a quantidade de informações que despenca sobre nossas cabeças diariamente, além das nossas próprias obrigações. Tudo era bem mais fácil, já ouvi muitos dizerem. Quando minha mãe tinha minha idade, eu tinha 10 anos e minha irmã, 7. Meu pai trabalhava e estudava, mas conseguia pagar as contas da casa e sua faculdade, bem em cima. Não sobrava muito, mas era possível nos sustentarmos.

Quanta coisa mudou em tanto tempo… A evolução e a globalização trouxeram muitas vantagens e coisas boas. E também o contrário. Tudo tem os dois lados. Curioso isso, né?

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Agora, falando de coisas divertidas e legais. Eu adoro assistir o Miami Ink, o programa dos caras que têm um estúdio de tatoo em Miami Beach. Cara… Fico fissurada quando vejo o trabalho deles. Um dia, quem sabe talvez eu consiga ir até Miami e fazer uma tatoo lá? Nem sei qual, mas até lá, se esse “lá” chegar, eu penso nisso. No momento, tenho uma tatoo em mente pra complementar uma outra. É, eu sei. Eu sempre digo ao aparecer com a última, que ela é a última. Mas passa um tempo, me surge uma idéia e aí, pronto. Só que custa caro. Mais de R$ 300,00 com certeza e não posso gastar este dinheiro nisto agora. O que é? Um dia eu conto… *rs*

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Hoje tem quitutes juninos na Dna Magali. Já, já vamos pra lá!🙂

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