Sally, Sally…

Então.
Não deu pra contar tudo no último post.

Tem mais uma coisa que eu quero mostrar.

Há alguns meses atrás, a Samara disse que queria uma Barbie igual a Sally (do “Estranho Mundo de Jack”, do Tim Burton). Procuramos na Internet e não achamos nada interessante ou parecido. Então, eu decidi que faria uma.
Combinei com o Milton direitinho, pedi ajuda nos Brajoes e pra Lia. Vimos as tintas, pincéis e tudo mais. Primeiro passo então, comprar uma boneca cujo cabelo fosse pelo menos parecido.

O Milton encontrou esta aqui:

É uma Barbie, da coleção Estilo Urbano. Custou menos de R$ 20,00. Afinal, eu precisaria apenas da boneca mesmo, não podíamos gastar muito nela.

O modelo, foi uma bonequinha da Sally da coleção da casa. A foto dela não ficou muito boa, então, peguei outra da internet, pra dar uma idéia. Esta é a Sally original:

E esta, é a Barbie “Sally” que eu fiz:

A primeira coisa, foi limpar a pintura do rosto dela.
Usei removedor de esmalte mesmo e cotonetes.

Depois, fazer o vestido. O vestido precisa ser feito antes, porque é necessário fazer provas na boneca antes de finalizá-lo. E depois de pintada, é mais arriscado marcar a tinta seca.

Como não achei um molde na internet, peguei o vestido da própria boneca e usei de molde. Depois, fiz as mangas mais ou menos com base no casaco dela (o vestido não tem mangas).

Cortei as costas de uma camiseta branca velha, passei o molde para ela e cortei o vestido. Pintei. Depois de seco, costurei e vesti na boneca. Ficou ótimo. Primeira etapa concluída, vamos à pintura.

Aí, tive problemas.
Eu me baseei no material das outras Barbies, que é mais emborrachado, os braços articulados e tudo mais. Essas Barbies mais simples, têm os braços de plástico. Além disso, não tinha comprado a tinta adequada pra esse material.

Dei uma improvisada com a base acrílica que passei por baixo dela e a tinta azul. Depois, com a tinta de tecido mesmo, improvisei para fazer os detalhes do rosto e as marcas de costura.

O resultado ficou bom, no geral. Não exatamente do jeito que eu queria.

Mas a expressão do rosto da Samara ao vê-la eu nunca mais vou esquecer.
Ela amou a boneca, adorou. 🙂

E eu já estou pensando em fazer uma segunda versão, desta vez com todas as tintas adequadas e certinhas. Mas não agora… Mais tarde. 🙂

Fala sério, até que ficou legal, né? 😀

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As últimas…

Tenho bastante coisas pra contar. Então, vamos por partes, como já dizia Jack… O estripador, claro. Afinal, se fosse o Jack Bauer, ele diria “Do it, NOW!”. E dependendo, bem que eu não me negaria… 😛
Se fosse o Dr. Jack , da ilha de Lost, oh, céus… Que mulher reclamaria de um acidente de avião numa ilha com ele e o Sawyer?
Se fosse o Jack Sparrow, yo-ho-ho-ho-ho e uma garrafa de rum já seria um bom começo.
E ainda falando em Jack, mas agora o Jack Ryan, agente da CIA (versão Ben Affleck)… Impublicável. Melhor encerrar essa tese sobre Jacks por aqui… Poderia passar páginas e páginas elocubrando sobre as qualidades e defeitos de cada personagem e seus atributos físicos…
(Fútil né? Mas até o fútil tem sua importância de vez enquando…)

O trabalho vai bem, obrigada.
Foi mais leve neste mês de dezembro, comparando com novembro.
A parada nesta semana entre o natal e o ano novo está sendo MUITO providencial. Acho que não tinha me dado conta do quão cansada eu estava.

A festa de confraternização foi divertidíssima. A troca de presentes foi bem agradável, o tempo ajudou pra pegarmos uma piscina (e uma bela cor… vermelha… de sol e mormaço) e o vinho regou a festa. Foi um dia muito agradável que encerrou as atividades da empresa neste ano.
Agora, só no ano que vem…

A colite? Vai bem, obrigada.
A dor vai, a dor volta. O Buscopan continua meu amigo, mas é o PLUS.
Não consegui ainda definir direito quais alimentos realmente não dá pra comer… Procuro evitar o que o médico recomendou, mas nesta época de fim de ano é difícil. Minha admiração pelas pessoas que fazem regime aumentou um bocado. Não é nada, nada fácil.
As carnes vermelhas, eu tiro de letra. O doce e o refrigerante estão bem difíceis. Se bem que o refrigerante não foi excluído. O médico me disse para preferir águas e sucos, que são mais saudáveis. Beber 2 litros de água é quase impossível. Já consegui, em dias mais quentes, beber 1 litro (duas garrafinhas de 500). Mas mais do que isso, ainda não. Em casa, tenho uma de 600 ml, que era de Coca-Cola. Tenho carregado comigo, pra cima e pra baixo em casa, para não esquecer de beber água. Ajuda na digestão e por isso, menos dores. 🙂
Verduras e legumes… Normalmente como todo dia. As frutas, eu ainda não me acertei com elas, mas é questão de hábito. Lá onde almoço, perto do trabalho, fiz um acordo com a dona de um dos restaurantes e eles preparam pratos específicos pra mim. Passei a eles a listagem do que posso comer e meu pratinho é preparado todo dia. Desse modo, não fujo da dieta durante semana, pelo menos.

Ah, algo que adoro muito…

Orquídea. É a minha flor predileta, principalmente a Cattleya.
Elas são difíceis de cuidar (eu digo que elas são as flores “chinchila”). Não pode dar muita água, o sol também não pode ser forte e muito menos, direto. Não pode ter muito vento e não pode ser úmido demais também ou frio. Ela não suporta frio!
Não me considero “expert”. Foi algo que, tenho que confessar, fui atrás por causa do Morten, do a-ha. Li há 20 anos atrás que ele gostava de orquídeas e como já achava a planta bonita, fui pesquisar mais e me encantei… Uma mais linda do que a outra, cores quase inacabáveis, que parecem sair de uma aquarela gigantesca com uma miríade de combinações… Numa exposição, comprei a primeira. Não me dei muito bem com ela, quero dizer, não consegui cuidar dela como deveria e ela morreu. Por excesso de água. Fiquei bem triste e decidi não tentar mais.

Mas, em setembro ou outubro, eu ganhei da Samara e do Milton, uma orquídea. É uma dendobrium. Não sei o nome completo dela, mas a florzinha dela é esta:

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Ela já perdeu as flores, que secam e caem pouco tempo depois.
Ela ficava na janela do meu quarto, que dá para um átrio da casa, onde fica a lavanderia. Ali havia iluminação, mas me parecia que não era suficiente. A coloquei na janela da cozinha:

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Ali, ela toma sol uma parte do dia apenas e a janela impede a luz “direta” do sol na planta. Com isso, vejam só. Ela gostou tanto que liberou “brotinhos”. Fiquei tão feliz!!!! Esperei que as raizes deles atingissem o tamanho ideal e transplantei para outros vasos. Então, agora tenho uma mamãe e suas filhotas:

Photobucket - Video and Image Hosting

Ontem tomei um susto com a mamãe. Não havia reparado que a casca de pinus em que ela estava plantada estava tão úmida (é, agora podemos colocar cascas de pinus trituradinhas ao invés de pó de xaxim). Achei um caracol nela. Pânico total. Caracol significa praguinha e umidade excessiva. Fiquei arrasada, pois a primeira morreu assim. Uma mancha amarela enorme em uma das folhas… “Oh, meu Deus, ela vai morrer… A outra morreu assim!”

Hoje, passando pela cozinha, me veio a idéia de arriscar um transplante de vaso.
Joguei fora toda a casca úmida (estava preta e embolorada por baixo, um horror e imagino que o pobre caracol foi junto!) e me deparei com algo esquisito: normalmente, antes da casca de pinus, é colocada uma camada de cascalho pequeno, pedaços de telha quebrada, enfim, material que possa ajudar no escoamento da água e evitar a umidade. E o vaso da mamãe não tinha cascalho, só a casca de pinus.
Lavei cuidadosamente a raiz, pra tirar o excesso de pinus apodrecido e replantei no vaso, desta vez, com a camada de cascalho abaixo da camada de pinus.
Agora, ela está em observação. Existem dois novos “bulbos” aparecendo. Se eles brotarem, é sinal que deu certo e a operação foi um sucesso.
Por hoje é só! 🙂

“I amar prestar aen (The world had changed)
han mathon ne nen (I can feel it in the water)
han mathon ne chae (I can feel it in the earth)
a han noston ned ‘wilith (I can smell it in the air)”
(Galadriel – Prólogo – O Senhor dos Anéis, a Sociedade do Anel”

Tentei fazer deste blog um receptáculo para as minhas poesias.
Mas parece que parte da inspiração sumiu. Há uma necessidade grande de recuperá-la e ela grita aqui dentro. A falta de organização é grande. Mas ela há de passar e a Awen vai voltar a fluir.

Tenho trabalhado um bocado e até tarde quase todos os dias. Eu diria que dos 5 dias úteis, quatro pelo menos, faço horas extras. E quando chego em casa, mais um pouco de trabalho.

Não, não se trata de uma reclamação ou desculpas esfarrapadas. Apenas uma explicação para quem acha (se é que alguém ainda lê isto aqui), para meu desaparecimento súbito e longo.

Mas estou feliz, sabe? Melhor algo certo e seguro do que nada. Pode ser pouco, mas é meu e vem todo mês. Pode não ser suficiente agora, pois há muito que organizar no mar dos números e contas bancárias, mas eu vou conseguir.

Vou voltar a estudar. Sim. Dois amigos muito queridos decidiram estudar também e vamos estudar juntos, pela OBOD. Com o material didático deles e tudo. Cada um com seu tutor mas compartilharemos nossas experiências.

Sinto muita falta disso e agradeço imensamente que esta oportunidade tenha surgido.
Deste modo, poderei dar continuidade a algo que comecei e ficou meio que em suspensão.

As coisas mudam, as prioridades mudam e as pessoas também.
Não amamos menos quem está longe. Aprendi a duras penas e hoje consigo entender mesmo. Aquele amigo distante com quem não falo, não deixa de ser meu amigo porque não me liga. Tudo tem seu tempo e no tempo certo, se for o caminho, nos encontraremos de novo. É difícil para o ser humano, possessivo por natureza, compreender e deixar partir, mesmo que temporariamente, as pessoas que dele se aproximam ou com quem ele convive (tenho uma dificuldade com isso, leoninos são possessivos por natureza).

As pessoas que partem, nem sempre partem pra sempre. Por vezes, simplesmente precisam cuidar de prioridades e como diz a música, “um dia a gente… vai se encontrar…”

E vai mesmo.

Estou feliz… (Já disse isso, não é? Mas não me canso de repetir).

Oh, sim. Adquiri uma inflamação no cólon, no intestino. Chama-se COLITE. Nada grave, no estágio em que foi descoberta (mais uma vez, obrigada pelo aviso…). Digo, nada grave, porque a infecção não está num estágio muito avançado e pode ser curada com a dieta. Sim, não preciso tomar alopatia (não é por nada, mas antibióticos são chatos). Basta seguir a dieta leve pro resto da vida que essa inflamação não vai me incomodar e dor chata (que me levou a procurar o médico e descobrir a doença ainda no princípio), não me incomodará mais.

Excelente na primeira semana. Fiz a dieta e puxa vida!!!! A dor sumiu.
Não é fantástico?? Feliz e contente por ter abandonado o amigo Buscopan e a bolsa de água quente antes de dormir, estou maravilhada.

Caos total. Na segunda-feira, as dores voltaram. Meio mansas, mas eu já havia abusado no final de semana anterior. Mas as cólicas intestinais juntaram-se às menstruais. Meu amigo… Ninguém merece. Duas dores diferentes e intensas no mesmo lugar. Não conseguia nem ficar sentada direito. Bolsa de água quente, buscopan amigo de volta.
“Ok. Ou eu me cuido ou vou me estrepar”

Esta semana, saí da dieta. As horas extras “me obrigaram” a comer o que eu preciso evitar e no almoço, por correria, por farra e outras coisas, acabei abusando. Final de semana, duas reuniões de final de ano de amigos, ambos churrascos.

Desnecessário dizer que meu ventre está novamente inchado e dolorido, como estava antes.

BEM-FEITO!

Não sou criança e banquei a espertinha.
Quem se estrepou? Eu mesma. Pra que inimigo, se eu mesma me saboto??
Fantástico. Supercalifragilisticamente shagadelic.

Hora de dizer tchau…

TCHAAAAAUUUUUUU! 🙂

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